quarta-feira, 29 de abril de 2026

Considerações sobre mindfulness e espiritualidade - Parte II

 Anteriormente, citei que mesmo os avanços da medicina moderna, eventualmente, não são capazes de curar certos males…


Não é uma crítica, apenas uma constatação. Nesse âmbito de tratarmos nossa espiritualidade como essência da nossa existência, percebemos que, nos limites da matéria, muitos fatores contribuem para que fiquemos doentes: a herança genética é um desses fatores. Falta de cuidado adequado com a saúde, vida desregrada, manutenção de vícios… são fatores que contribuem para uma saúde frágil e consequentes doenças.

A medicina tem recursos para alcançar um bom nível de recuperação, entretanto, é forçoso entender que, matéria tem prazo de validade… e nosso corpo é matéria, suscetível a doenças físicas, cuja causa está na espiritualidade. 


Karma, que muitas pessoas entendem como um destino que não pode ser modificado; sentimentos de ódio, culpa, rejeição, e outros de padrão vibratório denso; são os fatores que mais contribuem para o desenvolvimento de doenças no plano material. 


O Karma não determina quem nós somos, apenas aponta em qual direção nossa vida está indo, porque ninguém se isenta de colher os frutos da semente que plantou…

Não é sobre ficar inerte no mundo, tentando se isentar de responsabilidade… porque até a inércia cobra seu preço… é sobre encontrar uma forma de transitar no mundo sem ser consumido por imposições que não condizem com a nossa energia.

É afinidade… cada SER está ancorado no oceano de energia com o qual tem afinidade…

As aparentes facilidades para se conquistar uma vida próspera, são verdadeiras armadilhas que apenas mantém as mentes entorpecidas em ilusões…

A medicina trata a matéria… mas não trata a essência…

Não existe uma fórmula mágica para tratarmos nossas fragilidades espirituais… esse é um tratamento que depende única e exclusivamente de nós mesmos, sem intermediários pra “guiar” as nossas escolhas.

Ter suporte é razoável, é necessário, mas não é indispensável… Suporte não implica dependência, da mesma forma que gratidão não implica subserviência…

O suporte é desejável, desde que não crie imposição de pensamento.

Devemos aprender a pensar por nós mesmos, com autonomia e sinceridade.

A questão se petrifica no SER que não consegue se aceitar como parte da criação, parte do TODO, desejando, intimamente, ser um capítulo à parte na história da criação. 


Gratidão por sua presença.





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